COMPONENTE CURRICULAR

Componente Curricular
ADM175 - ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA
Carga Horária - Total: 60 horas  
TeóricaPráticaEstágioDepartamentoSemestre Vigente
6000Administração2023.1
Ementa
Modelos de interpretação e análise das organizações e do ambiente macroeconômico. Desempenho organizacional e estratégias organizacionais. Relações inter organizacionais e ambiente econômico, social e político. Fixação de formas de gestão avançada para assegurar suas bases de sobrevivência ou de crescimento.
Programa
Objetivo
Familiarizar o aluno com as diversas escolas de pensamento da administração estratégica e suas ferramentas de análise; instrumentalizá-lo para a prática e interpretação da gerência estratégica nas organizações.
Conteúdo
As mudanças recentes no nível das organizações e processos de gestão. O que é estratégia? Administração estratégica enquanto campo de prática gerencial, consultoria e pesquisa acadêmica. As diferentes escolas de pensamento estratégico: evolução do campo. Estratégia enquanto plano deliberado, adaptação incremental e processo construido ao longo do caminho. A abordagem clássica: o planejamento estratégico. A noção de estratégia como plano:Igor Ansoff e as " regras para a tomada de decisão". Fases do planejamento estratégico: modelo de análise "SWOT". Os herdeiros da economia industrial - as análises de posicionamento. Michael Porter e as cinco forças competitivas; Matriz BCG. A fase intemediária: o gerenciamento estratégico. A noção de estratégia enquanto adaptação incremental. O conceito de "turbulência ambiental". Planejamento de cenários: o caso Shell, anos 1970. Valores, visão, missão e valores. Core competence ou "competências essenciais" da organização. Estratégias globais. Sinergia e estratégias corporativas. Vantagens comparativas e competitivas das nações. As abordagens contemporâneas: as estratégias processuais. A percepção da estratégia enquanto processo ou padrão construído ao longo do caminho: Henry Mintzberg e o conceito de estratégias "emergentes"; A contribuição das correntes francesas: Avenier e o modelo de estratégias "tateantes"; Análise estratégica de Crozier e Friedberg: estratégias como "jogos de poder" socialmente construidos. A dimensão política da estratégia: Stakeholders e atores estratégicos; A "Escola de Poder"; Teoria dos Jogos (versão contemporânea). Estratégia e aprendizado organizacional.
Bibliografia
WHEATLEY, Margaret. Liderança e a Nova Ciência. Cultrix. Amana. Key. São Paulo, 1992. Cap. 2e8 e Epílogo. MOTTA, Paulo Roberto. Gestão contemporânea: a ciência e a arte de ser dirigente. Cap. 4e5 - Gerenciando a Estrutura. O ancance da flexibilidade. Através da Organização Atomizada e Holográfica. SUN TZU. A arte da guerra. DIAS,C. Estratégia, uma revisão conceitual, Salvador. UFBA,1999, mimeo. MINTZBERG, H. et al., Cnco P's para estratégia, in: "Safari de Estratégia", Porto Alegre:Bookman,2000. MOTTA, Paulo Roberto. Gestão Contemporânea: a ciência e a arte de ser dirigente. Cap.4. Mintzberg,H. et al, "Safari de Estratégia", Mintzberg,H. et al., Cap. 3. A escola do design: A formação da estratégia como um processo de concepção, Porto Alegre., 2000. PORTER, M. Como as cinco forças competitivas moldam as estratégias, in: "Estratégia: a busca da vantagem competitiva", Porter, M. (org) Rio de Janeiro: Campus,1998. PORTER, Michael. O que é estratégia. in: PORTER< Michael. Competição. Ed.Campus, Rio de Janeiro.1999. CABRAL, A. Novos arranjos cooperativos: alianças estratégicas e transferência de tecnologia no mercado global.in: " Competitividade, Alianças Estratégicas e Gerência Internacional", Rodtigues,S. (org), São Paulo, Atlas,1999. PRAHALAD, C. e Hamel, G. A competência essencial da corporação, in: "Estratégia: a busca da vantagemcompetitiva", Porter, M. (org), Rio de Janeiro, Campus 1998. PORTER, M. A vantagem competitiva das nações, in: " Estratégia: a busca da vantagem competitiva", Porter, M. (org) Rio de Janeiro, Campus,1998. WACK, P. Cenários: águas desconhecidas à frente, in: "Estratégia: a busca da vantagem competitiva", Porter, M.(org) Rio de Janeiro, Campus,1998. CHANDLER, A. A Lógica Duradoura do Sucesso Industrial, in: Estratégia, Montgomery e PORter. Ed. Campus. CARDOSO ,L. e FAÇANHA,L. Uma introdução à teoria dos Jogos in: Kupfer, David e Hasenclever, Lia. Economia Industrial: Fundamentos Teóricos e Práticas no Brasil. Ed. Campus. 2002. ANDRADE, J. C., DIAS, C.C. e Quintella, R. H. Uma análise do processo de formulação das estratégias sócio-ambientais sob o viés da teoria dos jogos: o caso Aracruz Celulose S.A., Anais do 30º Congresso Anual da Associação Brasileira Técnica dos Fabricantes de Celulose e Papel - ABTCP, São Paulo, 1997. PASSOS, M. O. e Nakabash. Evolução da Teoria dos Jogos e a sua incorporação pela teoria neoclássica. DIAS, Camila Carneiro. O conceito de stakeholders e sua relação com as estratégias organizacionais. MINTZBERG, H. A. A criação artesanal da estratégia, in: " Estratégia: a busca da vantagem competitiva". Porter, M. (org), Rio de Janeiro, Campus, 1998. MINTZBERG, H. A escola de poder, a formação da estratégia como um processo de negociação, in: " Safari de Estratégia", Mintzberg, H. et al., cap. 8, Porto Alegre: Bookman,2000. MINTZBERG, H. A escola de aprendizado: a formação de estratégia como um processo emergente, in: " Safari de Estratégia", Mintzberg,H. et al., cap. 7, Porto Alegre: Bookman,2000.


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