| Componente Curricular |
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| EBA132 - CONSERVAÇÃO E RESTAURAÇÃO DA OBRA DE ARTE II |
| Carga Horária - Total: 90 horas | | |
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| Teórica | Prática | Estágio | Departamento | Semestre Vigente |
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| 30 | 60 | 0 | História da Arte e Pintura | 2023.1 |
| Ementa |
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| Imaginário sacro brasileira, influências recebidas, características estilísticas. Processo de fabricação, Técnicas de policromias. Características regionais. Processo de degradação provocado pelos agentes físicos, químicos e biológicos. Materiais e técnicas de restauração: imunização, consolidação do suporte, Fixação da policromia e reintegração cromática (DP).
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| Programa |
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| Objetivo |
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| Não há Objetivo cadastrado |
| Conteúdo |
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| 01 - EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA ESCULTURA LUSO-BRASILEIRA. 1.1. Características estilísticas do sec. XV ao XX. 1.2. Noções de hagiologia e iconografia. 1.3. Suportes utilizados: Terracota, pedras, mármores, madeira, metais e marfim. 1.4. Técnicas de Policromias: base de preparação, técnicas de douração (fosca e brunida), ornamentos (pastilhamento, cabuchão, burilamento ou punção, aplicação de rendas e bicos). 1.5. Causas da degradação dos materiais empregados. 1.6. Cuidados especiais de conservação. 02 - EXAMES PRELIMINARES E ANÁLISES CIENTÍFICAS. 2.1. Exames preliminares. 2.2. Principais aparelhos usados na investigação. 2.3. Prospecção e corte estatigráfico. 2.4. nálises químicos e pigmentos, aglutinantes, etc. 03 - PROCESSO DE LIMPEZA. 3.1. Estudos de solubilidade dos materiais (teste de solvência). 3.2. Critérios e métodos. 3.3. Eliminação de materiais que deformam a leitura da obra ( remoção de retoques alterados, repinturas, critérios e métodos). 04 - PROCESSO DE IMUNIZAÇÃO. 4.1. Principais fungicidas, bactericidas e inseticidas. 4.2. Métodos de aplicação. 05 - PROCESSO DE CONSOLIDAÇÃO. 5.1. Técnicas de impregnação. 5.2. Consolidação com resina - naturais e sintéticas. 5.3. Reforços Estruturais: Tarugos, recheios, etc. 06 - PROCESSO DE FIXAÇÃO DE POLICROMIA. 6.1. Colas de origem animal e vegetal. 6.2. Colas sintéticas. 07 - TÉCNICAS DE REINTEGRAÇÃO. 7.1. Tipificação de lacunas. 7.2. Critérios de reintegração. 7.3. Reintegração cromática: Nivelamento de lacunas. Retoques a rigattino. Retoques a trateggio. Abstração cromática. Retoque ilusionista. Seleção do efeito Ouro. Camada protetora. Materiais empregados. 08 - DESENVOLVIMENTO METODOLÓGICO DO RESTAURO. 8.1. Ficha. 8.1.1. Identificação Fotográfica. 8.1.2. Descrição Formal. 8.2. Reconhecimento da Obra. 8.2.1. Leitura Iconográfica. 8.2.2. Análise Estética e Histórica. 8.2.3. Análise das partes estruturais. 8.3. Diagnóstico do Estado de Conservação. 8.4. Proposição e Restauração. 8.5. Fase Operativa. 8.6. Elaboração de Diário deTrabalho e Dossier. |
| Bibliografia |
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| ALVES, Marieta. Dicionário dos artífices da Bahia. Salvador: Conselho Estadual de Cultura, 1976. /////// BUTLER, Ávida dos Santos. Petrópolis: Editora Vozes, 1985. /////// BALDINI, Umberto. Teoria del Restauro e Unitá de Metodologia. Firenze: Nordinii Editore - Centro Internazionale del Libro, 1970. /////// BRANDI, Cesare. Teoria de la restauración. Madrid: Allianza, 1988, 159 p. /////// FUNARTE. Instituto de Artes Plásticas. Manuseio e embalagem de obras de arte. Manual. Rio de Janeiro: Funarte, 1989, 101 p. il./////// MEGALE, Nilza Botelho. 107 Invocações da Virgem Maria no Brasil. Petrópolis: Editora Vozes, 1980. /////// MAYER, Ralph. Manual do Artista de técnicas e materiais. São Paulo: Martins Fontes,1996, 838 p. //////// PLENDERLEITH, H. J. La Conservacion de antiguidades y obras de arte. Versón española de Arturo Draz Martos. Madrid: Instituto Central de Conservacion y Restauracion de Antiguidades y de Arte. 1967. 412p. il. // RIEDER, Josef. Restaurar e preservar. Tradução de J.M. Rabelo de Faine. Munique: Goethe Institut, s.d. 85p. UNESCO. La conservacion de los biens culturales. Paris: Unesco. Flólia. Centro Internacional para el Estudio y Restauración de Bienes Culturales. 1969. 361p. il. /////// |