| São espaços de produção coletiva e concreta, em torno de subtemas do semestre que versam sobre os desafios e propostas para a ciência e para a saúde de maneira geral. As OPS têm com proposta tornar tangíveis as discussões do núcleo temático para que possam ser usufruídas pela comunidade. Isso pode acontecer em forma de materiais como cartilhas, vídeos, textos, blogs, projetos de cursos, projetos de naturezas diversas, etc. |
| Bibliografia Básica
BLASCO P. Cinema para o estudante de medicina: um recurso afetivo/efetivo na educação humanística. Rev. Bras. Educ. Med. 2005; 29(2).
DUARTE, Jr J.F. Por que arte-educação? Papirus, 2000.
MATURANA, H. Emoções e linguagem na educação e na política. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2005.
NOVAES, H. M. D. Epidemiologia e avaliação em serviços de atenção médica: novas tendências na pesquisa. Cadernos de Saúde Pública, v.12, Suplemento 2, p.
REIS, G.A. Tecnologias de informação e comunicação aplicadas aos processos de trabalho em saúde. Betim: Curso de Medicina da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, 2012.
Bibliografia Complementar
MEIRIEU, p. Aprender...sim, mas como? 7. Ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
MINTZBERG, H; AHLSTRAND, B.; LAMPEL, J. Safári de estratégia. Porto Alegre: Artmed-Bookman, 2000.
MORGAN, G.; Goldschmidt G.G. Imagens da organização. São Paulo: Atlas, 2002.
PERRENOUD, P. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens - entre duas lógicas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.
REGO, T.C. Vygotsky: uma perspectiva histórico-cultural da educação. Rio de Janeiro: Vozes, 1995.
MORGAN, G. Goldschmidt G.G. imagens da organização. São Paulo: Atlas, 2002.
PERRENOUD, p: Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens - entre duas lógicas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.
REGO, T.C. Vygotsky: uma perspectiva histórico-cultural da educação. Rio de Janeiro: Vozes, 1995
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